KIUMBAS &EXU GUARDIAN


Kiumbas

Kiumbas ou Quiumba, são espíritos trevosos ou obsessores, são espíritos que se encontram desajustados perante à Lei, provocando os mais variados distúrbios morais e mentais nas pessoas, desde pequenas confusões, até as mais duras e tristes obsessões. São espíritos que se comprazem na prática do mal, apenas por sentirem prazer ou por vinganças, calcadas no ódio doentio. Aguardando, enfim, que a Lei os "recupere" da melhor maneira possível (voluntária ou involuntariamente). Vivem no baixo astral, onde as vibrações energéticas são densas. Este baixo astral é uma enorme egrégora formada pelos maus pensamentos e atitudes dos espíritos encarnados ou desencarnados. Sentimentos baixos, vãs paixões, ódios, rancores, raivas, vinganças, sensualidade desenfreada, vícios de toda estirpe, alimentam esta faixa vibracional e os Kiumbas se comprazem nisso, já que sentem-se mais fortalecidos.

Os Kiumbas, por não terem leis nem regras, podem se manifestar dentro de uma corrente de Umbanda, cadomblé e demais, quando a conduta for deturpada pelo médium, podendo inclusive tomar o lugar do Exú Guardião de um médium de má conduta mediúnica.

É comum médiuns que trabalham com magia negra, feitiçarias e afins terem afastadas as suas próprias entidades, que atuam somente nas leis de DEUS, e serem substituídas por pseudo-entidades que se apresentam como se fossem as suas entidades, mas são Kiumbas.

Mediunicamente, quando um Kiumba assume a frente da mediunidade de uma pessoa, devido a sua má postura e opção pelo mal propriamente dito, a vida desta pessoa tende a envolver-se de doenças, rebeldias, vícios, deturpação sexual, aversão social e intolerância ao meio, afundando-se em trevas de seus próprios desejos e vaidades.

POR QUE ASSENTAR O EXU GUARDIÃO?

Todos os que conhecem a Umbanda e os cultos afro brasileiros sabem que, antes de qualquer trabalho ser iniciado, é preciso ir até a tronqueira ou casa de Exu e firmá-lo, para que ele possa atuar por fora do espaço espiritual do templo (tenda ou Ilê Axé), protegendo-o das investidas de hordas de espíritos “caídos” que estão atuando contra as pessoas que buscam auxílio espiritual e religioso que possa livrá-las dessas perseguições terríveis.

Para que um trabalho transcorra em paz, harmonia e equilíbrio, e para que os guias espirituais possam atuar em benefício das pessoas e trabalhar os seus problemas, é preciso que a tronqueira esteja firmada, porque assim, ativada, ela é um portal para o vazio relativo regido pelo senhor Exu guardião ligado ao Orixá de frente do médium dirigente do templo.

Um Exu guardião é assentado na tronqueira, e vários outros são “firmados” dentro dela, sendo que estes que estão ligados a outros senhores Exus guardiões de reinos e de domínios regidos por outros Orixás.

Os outros não podem ser assentados, senão dois vazios relativos se abrem “ao redor” do espaço espiritual “interno” do templo, e a ação de um interfere na do outro.

Um só Exu guardião é assentado, e todos os outros são só “firmados” na tronqueira, pois, se dois forem assentados na mesma, a ação de um interferirá na ação do outro vazio relativo aberto no “lado de fora” do templo.

Assentar o Exu e a Pombagira guardiã no mesmo cômodo ou “casa de esquerda” é aceitável, porque o campo de ação dele se abre no “lado de fora” e o campo dela se abre para dentro do “lado de dentro” do templo, criando apolarização com o campo do Exu guardião.

  • O campo do Exu guardião é o vazio relativo que se abre no lado de fora do espaço virtual interno do templo
  • O campo da Pombagira guardiã é o “abismo” que se abre para “dentro”, a partir do espaço espiritual interno do templo
  • Esses dois Orixás são indispensáveis para o equilíbrio de um trabalho espiritual, porque um atua por fora e o outro atua por dentro do templo.
  • Um se abre para fora, repetindo o mistério das realidades, e o outro se abre para dentro, repetindo o mistério das dimensões.
  • Exu retira do “espaço infinito” tudo e todos que estiverem gerando desequilíbrio ou causando desarmonia.
  • Pombagira recolhe ao âmago do espaço infinito tudo e todos que o estiverem desarmonizando.

São duas formas parecidas de atuação, mas Exu retira, e Pombagira interioriza.

Comparando o espaço infinito com um vulcão, Exu seria o ato de erupção, quando ele descarrega a intensa pressão interna. Já a ação de Pombagira, seria a das rachaduras internas, que a pressão abre dentro da crosta, nas quais correm e acumulam-se toneladas de lava vulcânica, que se acomodam e, lentamente, se resfriam e se cristalizam, gerando enormes acúmulos de minérios e cristais de rochas.

Para se fazer um bom trabalho na residência de alguém, assim que chegar, deve-se ir ate o quintal, riscar um ponto de Exu, colocar um copo de pinga, firmar as velas nos pólos mágicos e invocar o Orixá Exu e o seu Exu guardião, pedindo-lhes que descarreguem todas as sobrecargas e recolham todas as demandas feitas contra os moradores da casa e até contra ela.

O mesmo deve ser feito com Pombagira para que, só então, o médium comece a trabalhar espiritualmente, porque, aí sim, todas as cargas e demandas terão por onde ser descarregados. E mesmo as entidades negativas que tiverem de ser transportadas para que recolham suas projeções negativas virão de forma ordenada e equilibrada, não causando nenhum problema durante o trabalho.

LOS EXÚS

EL GUARDIÁN DEL TEMPLO

La figura de exú, originarias de las naciones africanas, deja de ser, en la umbanda, un componente enigmático para afirmarse, con lógica y simplicidad ,en el esquema de una comunidad astral extremadamente laboriosa y responsable, dentro de los limites impuestos por los creadores de la religión umbanda. la palabra exú significa en lengua yorubá, africana " esfera "; o sea, por asociación a la mente de los nativos, "aquel que está en todas partes", de allí presuponemos, con lógica, que el exú cultivado en el África, era fundamentalmente un elemental  (agua, aire, tierra, fuego). no sorprende, entonces, de acuerdo con las crónicas de aquel pueblo, que los antiguos sacerdotes hicieses llover, desviasen vientos para combatir las plagas de insectos que acechaban las cosechas, protegiesen la agricultura y realizasen quemadas al fin de detener a tribus enemigas. eran magos hechiceros que manipulaban tales elementales. en Brasil ya casi no existen estos sacerdotes (babalorixás). están en franca extinción. en la umbanda la palabra exú se refiere a una institución del planos astral, conocida como la central de los " siete focos", compuestas por millones de criaturas desencarnadas, actuantes en en diversas profesiones, que prestan servicios en los planos material y astral de nuestra tierra. están dispuestos en categorías, reciben la colaboración de espíritus denominados "quiumbas", que se aferran al trabajo pesado en el deseo natural de ser admitidos en la poderosa organización central de los " siete focos". Otras de las tantas misiones de exú es la de "policía del astral", es decir encargado de atrapar almas perdidas y llevarlas al lugar que les corresponde. además es el protector de las riquezas materiales por excelencia " por eso si una persona tiene demasiado, debe ofrendar a exú dando las gracias , y de seguro el le hará recibir el doble". muchos confunden a exú con el diablo o el demonio, quiero aclarar que este concepto es totalmente erróneo. (exú es quien es porque alguien le dio ese lugar, y alguien le permite trabajar. además son los mensajeros de los orixás (santos) es decir un orixá no tendría como informante al demonio. no queda duda sobre la función de exú, sin el la mayor parte de las cosas no existirían.

 

" QUIEN LE DEBE A ZAMBI POR ATRASADO

PAGA A EXÚ POR ADELANTADO "


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